Em 1357 D. Pedro torna-se o 8º rei de Portugal.
Uma das suas medidas foi legitimar os filhos bastardos, e de seguida decidiu tornar Inês rainha, e obrigar os fidalgos da sua corte a ajoelhar-se perante o seu corpo sem vida e a beijar-lhe a mão! mandou construir uma sepultura para Inês e em frente uma outra para si mesmo.
Hoje os restos mortais de D. Pedro e D. Inês jazem frente a frente, pés com pés, para que, segundo a lenda, no dia da ressurreição se possam olhar nos olhos.
sexta-feira, 6 de março de 2009
A execução

Após vários anos a viver no norte de Portugal o casal decide voltar a Coimbra junto com os frutos da sua relação, alujando-se no Paço de Santa Clara, construido pela avó de D. Pedro, Rainha Santa Isabel.
Já haviam rumores de que D. Pedro se havia casado com a sua amada secretamente quando o monarca português, influenciado pelos fidalgos da corte, decide tomar uma atitude, não só pelo relacionamento em si mas também pelos boatos de que a família de Inês queria ver D. Fernando, filho legítimo de Pedro e Constança, morto.
É aí que manda executar Inês!
No dia 7 de Janeiro de 1355, durante uma ausência de Pedro para uma das suas caçadas, Inês foi decapitada em sua casa, em frente ao Rio Mondego.
Diz a lenda que as lágrimas derramadas por Inês suplicando que não a matassem deram origem à Fonte dos Amores na Quinta das Lágrimas, e que as algas vermelhas que lá nascem são originárias do sangue derramado na morte.
Já haviam rumores de que D. Pedro se havia casado com a sua amada secretamente quando o monarca português, influenciado pelos fidalgos da corte, decide tomar uma atitude, não só pelo relacionamento em si mas também pelos boatos de que a família de Inês queria ver D. Fernando, filho legítimo de Pedro e Constança, morto.
É aí que manda executar Inês!
No dia 7 de Janeiro de 1355, durante uma ausência de Pedro para uma das suas caçadas, Inês foi decapitada em sua casa, em frente ao Rio Mondego.
Diz a lenda que as lágrimas derramadas por Inês suplicando que não a matassem deram origem à Fonte dos Amores na Quinta das Lágrimas, e que as algas vermelhas que lá nascem são originárias do sangue derramado na morte.
Um casamento improvisado

A seguir à morte da sua nora D. Afonso tentou casar novamente o seu filho com uma dama de sangue real, ao que o mesmo se recusou.
Ao contrário do que seu pai queria, Pedro foi retirar Inês do exílio e levou-a consigo para viverem juntos.
Dessa união nasceram 4 crianças: Afonso (que morreu quase à nascença), João, Diniz e Beatriz.
O nascimento dos filhos ilegítimos de Pedro levaram a que a sua relação com D. Afonso piorasse ainda mais, pois as crianças poderiam por em risco a linha de sucessão ao trono.
Ao contrário do que seu pai queria, Pedro foi retirar Inês do exílio e levou-a consigo para viverem juntos.
Dessa união nasceram 4 crianças: Afonso (que morreu quase à nascença), João, Diniz e Beatriz.
O nascimento dos filhos ilegítimos de Pedro levaram a que a sua relação com D. Afonso piorasse ainda mais, pois as crianças poderiam por em risco a linha de sucessão ao trono.
O exílio de Inês
Segundo o que reza a lenda, dado o descontentamento da corte portuguesa face à história de amor o príncipe português com a aia galega, o rei mandou prender Inês, no ano de 1344, no castelo de Albuquerque, junto à com a Galiza.
Apesar do exílio a paixão que Inês e Pedro sentiam um pelo outro não diminuiu, pelo que estes continuavam a comunicar entre si.
Pouco tempo depois, D. Constança, esposa de D. Pedro, faleceu a dar à luz o seu primogénito - D. Fernando.
Apesar do exílio a paixão que Inês e Pedro sentiam um pelo outro não diminuiu, pelo que estes continuavam a comunicar entre si.
Pouco tempo depois, D. Constança, esposa de D. Pedro, faleceu a dar à luz o seu primogénito - D. Fernando.
Um romance proibido
Pedro apaixonou-se por Inês desde o primeiro momento em que a viu, dado que, segundo poemas, Inês irradiava beleza por todos os poros. Inês correspondia esse amor, e assim começou o romance entre os dois.
Não passou muito tempo até que a relação do príncipe com a fidalga começasse a ser comentada pela corte e até mesmo pelo próprio povo!
Chegado isto aos ouvidos do rei, D. Afonso IV, causou desagrado, não só pelo facto de ser um verdadeiro escândalo mas também porque D. Pedro estabelecia uma relação íntima com os irmãos de Inês, o que poderia influenciar a coroa negativamente.
Não passou muito tempo até que a relação do príncipe com a fidalga começasse a ser comentada pela corte e até mesmo pelo próprio povo!
Chegado isto aos ouvidos do rei, D. Afonso IV, causou desagrado, não só pelo facto de ser um verdadeiro escândalo mas também porque D. Pedro estabelecia uma relação íntima com os irmãos de Inês, o que poderia influenciar a coroa negativamente.
O casamento com D. Constança
Tal como mandava a tradição da época, os casamentos eram combinados pelos pais das crianças muitas vezes acabadas de nascer, e a escolha dos noivos eram feitas com base em interesses políticos.
D.Pedro não fora uma excepção e foi obrigado a desposar a princesa de D. Constança Manuel, filha de D. João Manuel de Castela.
A noiva do futuro rei de Portugal deslocou-se do seu país a fim de passar a viver em Portugal, como rainha.
No entanto, D. Pedro não se viria a apaixonar por D. Constança mas sim por uma das suas aias - Inês de Castro.
D.Pedro não fora uma excepção e foi obrigado a desposar a princesa de D. Constança Manuel, filha de D. João Manuel de Castela.
A noiva do futuro rei de Portugal deslocou-se do seu país a fim de passar a viver em Portugal, como rainha.
No entanto, D. Pedro não se viria a apaixonar por D. Constança mas sim por uma das suas aias - Inês de Castro.
Pedro e Inês
Inês de Castro era uma nobre galega, filha de Pedro Fernandes de Castro (mordomo-mor da corte de Afonso XI) e de Aldonça Lourenço de Valadares.
Não há certezas quanto à data do seu nascimento mas suspeita-se que terá sido no ano de 1320 ou no ano de 1325. Terá vindo a falecer precisamente no dia 7 de Janeiro de 1355.
O príncipe D. Pedro filho de D. Afonso IV e de D. Beatriz de Castela nasceu em Coimbra, em 8 de Abril de 1320 e morreu em Lisboa, em 18 de Janeiro de 1367.
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